Eu não reajo. Sustento. A coisa atravessa. Mas nem paro em pé. Finjo, mais que td... Pq não dá pra gritar na ponte, é muito motor. Dá é pra sair por uma fresta antes que a galera perceba, mas depois não sei se atravesso, se pisco, pra onde fujo... Td contornando, nada de conteúdo... Ando. Dor. E ando... Minhocando pelos estados de vazio, terror, solidão, ódio. Muito ódio. Acima de td, mais que nunca, mas desde que me lembrei, perto de quando nasci - ódio... de mim.
Moderna atual
Nem todas essas milongas, nem o dedo amputado, nem a palavra agora, o que fará com que a conversa entre no jogo da memória?... sem cair pro escambau?... pra família, pra revista, pra quadrilha real? Nada a tempo, tudo uma perdição. Roleta de cartas, abra o país dos vícios, abre a pele pura pra receber chuva de risos, mas ve se para, empacota uns minutos pra fazer sentido.
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