As mãos saem em baixo, um pé que vem da nuca, contágio: Então dançamos sem parar até sucumbir de febre. Vou tirar meu coração nessa bolha, nesse país sem remendo que vá nos desopilar, uma decolagem, o voo em vão: Flutuar, se extender na raiz redonda do que vivi e brotar.
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