Nem todas essas milongas, nem o dedo amputado, nem a palavra agora, o que fará com que a conversa entre no jogo da memória?... sem cair pro escambau?... pra família, pra revista, pra quadrilha real? Nada a tempo, tudo uma perdição. Roleta de cartas, abra o país dos vícios, abre a pele pura pra receber chuva de risos, mas ve se para, empacota uns minutos pra fazer sentido.
Fujo da chuva ou fujo para a chuva que cai que caio que caio em mim. Escorro, Caio na zebra, na boca do lobo, Escorrego pelo limo mais baixo Do que já me vi. ....... Passo por cima da minha velocidade, como andasse pelo Elevado observando minha cidade comprimida, abaixo.
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