As mãos saem em baixo, um pé que vem da nuca, contágio: Então dançamos sem parar até sucumbir de febre. Vou tirar meu coração nessa bolha, nesse país sem remendo que vá nos desopilar, uma decolagem, o voo em vão: Flutuar, se extender na raiz redonda do que vivi e brotar.
Quem samba Lambe os lábios e nem lembra Quantos músicos na banda E dos próprios músculos compondo. ... A pedra me puxa, creme do movimento, que se encabeça pra espuma e me gargareja canal a dentro, até cair líquida .
Comentários
Postar um comentário